Poema para Ana Às vezes eu sei que não há Deus Outras, reparo nos teus olhos, Ana. São realmente olhos? São realmente teus? São mistério de outra raça mais humana? Serão assim os mortos que aparecem E nos afagam com mãos de seda preta? Os teus olhos, Ana, são coisas que acontecem A quem esteve fechada séculos numa gaveta.Se não tivesse vindo o Príncipe estrangeiro Enchendo a nossa casa de ramos de giesta Estariam ainda dragões de nevoeiro A guardar os teus olhos perdidos(...) Natália Correia
quarta-feira, 25 de maio de 2016
sábado, 14 de maio de 2016
Poesia XXII - Sophia
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Sophia de Mello Breyner Andresen
quinta-feira, 12 de maio de 2016
Afirmação Positiva II- Augusto Cury
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terça-feira, 10 de maio de 2016
sexta-feira, 6 de maio de 2016
A Alma É Corpo De Mulher XIV- Louise L. Hay
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quarta-feira, 4 de maio de 2016
terça-feira, 3 de maio de 2016
Poesia XX - Cecília Meireles
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terça-feira, 19 de abril de 2016
Pura Poesia XII- Jorge Palma
Bairro do Amor
Jorge Palma
No bairro do amor a vida é um carrossel
Onde há sempre lugar para mais alguém
O bairro do amor foi feito a lápis de cor
Por gente que sofreu por não ter ninguém
No bairro do amor o tempo morre devagar
Num cachimbo a rodar de mão em mão
No bairro do amor há quem pergunte a sorrir:
Será que ainda cá estamos no fim do verão?
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
No bairro do amor a vida corre sempre igual
De café em café, de bar em bar
No bairro do amor o sol parece maior
E há ondas de ternura em cada olhar.
O bairro do amor é uma zona marginal
Onde não há prisões nem hospitais
No bairro do amor cada um tem de tratar
Das suas nódoas negras sentimentais
Eh, pá, deixa-me abrir contigo
Desabafar contigo
Falar-te da minha solidão
Ah, é bom sorrir um pouco
Descontrair-me um pouco
Eu sei que tu me compreendes bem.
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sábado, 16 de abril de 2016
A Alma É Corpo De Mulher XIII- Natália Correia
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