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| Walt Whitman, Canto De Mim Mesmo, BI, 2008. |
Poema para Ana Às vezes eu sei que não há Deus Outras, reparo nos teus olhos, Ana. São realmente olhos? São realmente teus? São mistério de outra raça mais humana? Serão assim os mortos que aparecem E nos afagam com mãos de seda preta? Os teus olhos, Ana, são coisas que acontecem A quem esteve fechada séculos numa gaveta.Se não tivesse vindo o Príncipe estrangeiro Enchendo a nossa casa de ramos de giesta Estariam ainda dragões de nevoeiro A guardar os teus olhos perdidos(...) Natália Correia
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terça-feira, 20 de julho de 2021
Poesia LVIII- Walt Whitman
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quarta-feira, 17 de abril de 2019
Tempos Sombrios XI- Confúcio
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sexta-feira, 7 de dezembro de 2018
quarta-feira, 7 de novembro de 2018
Poesia XLVI- Cântico dos Cânticos
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terça-feira, 30 de outubro de 2018
A Luz e as Sombras XI- Confúcio
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